
A greve dos servidores municipais de Taubaté entrou no segundo dia nesta quarta-feira (3) com novos protestos da categoria e reflexos em diversos serviços públicos, especialmente na rede municipal de ensino. A paralisação foi iniciada após impasses nas negociações entre representantes dos trabalhadores e a Prefeitura. Os servidores reivindicam a reposição das perdas inflacionárias acumuladas, melhorias nos benefícios e avanços em pautas relacionadas às condições de trabalho. Entre os principais pedidos apresentados pelo sindicato estão reajuste salarial, aumento do vale-alimentação e implantação de benefícios voltados à categoria. Durante o segundo dia de mobilização, trabalhadores realizaram manifestações e atos públicos em diferentes pontos da cidade. A paralisação tem sido acompanhada por representantes sindicais e pela administração municipal, que continuam discutindo alternativas para tentar encerrar o movimento. Na área da educação, algumas escolas registraram impactos no funcionamento. Em determinadas unidades, houve suspensão parcial das atividades e redução do número de profissionais em atendimento. Em outras, as aulas ocorreram normalmente, mas com adaptações em razão da adesão de parte dos servidores ao movimento grevista. A greve foi aprovada em assembleia que reuniu mais de mil servidores públicos municipais. O movimento começou oficialmente no dia 2 de junho após o encerramento das negociações sem acordo entre sindicato e Prefeitura.
A administração municipal informou que acompanha a situação e afirma manter diálogo com os representantes da categoria. A Prefeitura também destacou a adoção de medidas para garantir a continuidade dos serviços considerados essenciais durante o período da paralisação.
O movimento segue sem previsão de encerramento. Novas assembleias e reuniões entre as partes devem ocorrer nos próximos dias para avaliar o andamento das negociações e definir os próximos passos da mobilização.
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