Diagnóstico precoce pode curar mais de 90% dos casos de câncer de intestino, alertam especialistas
Exames preventivos e atenção aos sinais de alerta aumentam significativamente as chances de tratamento bem-sucedido da doença
22/07/2026 às 11h30
Por: AdminFonte: Portal Vale do Paraiba
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O câncer de intestino, também conhecido como câncer colorretal, está entre os tipos de tumor mais frequentes no Brasil e no mundo. Apesar disso, especialistas reforçam que, quando identificado nas fases iniciais, mais de 90% dos casos podem ser curados, evidenciando a importância do diagnóstico precoce e da realização de exames preventivos.
A doença geralmente se desenvolve de forma lenta, muitas vezes a partir de pólipos — pequenas lesões benignas que podem evoluir para tumores malignos ao longo dos anos. Por esse motivo, exames como a colonoscopia desempenham papel fundamental na prevenção, permitindo identificar e remover essas lesões antes mesmo que elas se transformem em câncer.
Entre os principais sinais de alerta estão sangue nas fezes, alterações persistentes no funcionamento do intestino, diarreia ou prisão de ventre prolongadas, dor abdominal frequente, perda de peso sem causa aparente, anemia e sensação constante de evacuação incompleta. Embora esses sintomas possam estar relacionados a outras doenças, a persistência deles exige avaliação médica.
Os especialistas também chamam a atenção para os fatores de risco, que incluem idade acima dos 50 anos, histórico familiar da doença, obesidade, sedentarismo, alimentação rica em carnes processadas e pobre em fibras, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabagismo.
Além do diagnóstico precoce, hábitos saudáveis contribuem significativamente para reduzir o risco de desenvolvimento da doença. A prática regular de atividade física, alimentação rica em frutas, verduras, legumes e fibras, manutenção do peso adequado e abandono do cigarro estão entre as principais recomendações para prevenção.
Nos últimos anos, os avanços da medicina também ampliaram as possibilidades de tratamento, com técnicas cirúrgicas menos invasivas, terapias-alvo, imunoterapia e protocolos cada vez mais personalizados. Ainda assim, os médicos reforçam que o maior aliado continua sendo a prevenção.
A orientação é que pessoas pertencentes aos grupos de risco ou que apresentem sintomas persistentes procurem atendimento médico o quanto antes. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura, reduz a necessidade de tratamentos mais agressivos e melhora a qualidade de vida dos pacientes.
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