
A Prefeitura de Cruzeiro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, segue intensificando as ações de combate à dengue e outras arboviroses, mantendo uma atuação contínua de prevenção em todo o município.
De acordo com a mais recente Avaliação de Densidade Larvária (ADL), a cidade apresentou índice de 1,6, o que caracteriza médio risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Apesar do cenário de atenção, os dados locais indicam um controle considerado positivo da doença.
Segundo o último balanço da Vigilância Epidemiológica, apenas 7 casos positivos de dengue foram registrados no primeiro trimestre de 2026, número considerado baixo diante do avanço da doença em outras regiões do país.
O cenário nacional, por outro lado, preocupa. Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil já soma mais de 170 mil casos prováveis de dengue em 2026, com maior concentração na região Sudeste. As projeções indicam que o país pode alcançar cerca de 1,8 milhão de casos ao longo do ano, o que reforça a necessidade de manter as ações preventivas em nível local.
Em Cruzeiro, o trabalho de enfrentamento é realizado de forma permanente pelas equipes de saúde, com visitas domiciliares, bloqueios em áreas com casos notificados, orientação à população e eliminação de criadouros do mosquito. A Prefeitura destaca que a participação da população é fundamental, especialmente permitindo a entrada dos agentes de saúde nas residências.
Além das ações de campo, a Secretaria de Saúde reforça a importância de a população estar atenta aos sintomas da doença, que incluem febre alta, dores no corpo e nas articulações, manchas na pele e olhos avermelhados. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde.
Mesmo com o avanço de estratégias como vacinação e novas tecnologias de controle, especialistas destacam que a eliminação de água parada ainda é a medida mais eficaz para evitar a proliferação do mosquito.
A Prefeitura reforça que o combate à dengue depende de um esforço coletivo e contínuo. Medidas simples no dia a dia, como manter caixas d’água fechadas, limpar calhas e eliminar recipientes que possam acumular água, são essenciais para proteger toda a comunidade.
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