
O Conselho de Pastores de Rio Bananal, no Espírito Santo, divulgou uma nota oficial para esclarecer que o homem preso por suspeita de abuso contra a própria filha não possui vínculo formal com igrejas ou lideranças religiosas reconhecidas no município.
O suspeito, de 30 anos, foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva após investigações apontarem que os abusos contra a criança, de 11 anos, teriam começado quando ela tinha apenas 9 anos. Ele se autointitulava pastor, mas, segundo o conselho, não fazia parte de nenhuma instituição religiosa federada ou reconhecida.
A prisão foi realizada pela Delegacia de Polícia de Rio Bananal, e o homem foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) da Serra, onde permanece à disposição da Justiça. Ele deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável.
De acordo com a Polícia Civil, o caso veio à tona após funcionários da escola da vítima perceberem mudanças no comportamento da menina e realizarem a denúncia às autoridades. A partir disso, as investigações foram iniciadas e resultaram na identificação do suspeito.
O crime foi descoberto no dia 12 de março, o mandado de prisão foi cumprido no dia 14, e, no dia 17, a polícia detalhou o caso em coletiva, confirmando os indícios reunidos ao longo da apuração.
Diante da repercussão, o Conselho de Pastores reforçou, por meio de nota, que o homem não representa instituições religiosas da cidade, destacando a importância de não associar o crime às igrejas locais.
O caso segue em segredo de Justiça para preservar a identidade e a integridade da vítima.
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