

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu mudanças no calendário de vacinação infantil e voltou a associar imunizantes ao autismo, embora não existam evidências científicas que comprovem uma relação causal entre vacinas e o transtorno.
Trump sugeriu que algumas vacinas destinadas às crianças sejam divididas e aplicadas de forma mais espaçada. A declaração retoma uma discussão antiga que já foi amplamente investigada por pesquisadores e autoridades sanitárias.
A hipótese de que vacinas provoquem autismo ganhou projeção após um estudo publicado em 1998, mas o trabalho acabou retirado pela revista científica responsável e foi posteriormente desacreditado.
Especialistas alertam que alterações no calendário de imunização precisam ser baseadas em evidências científicas, pois atrasar ou deixar de aplicar doses recomendadas pode aumentar a exposição das crianças a doenças que podem ser prevenidas pela vacinação.
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