

Um levantamento divulgado com base em registros oficiais aponta que cresceu o número de bebês nascidos em estados diferentes daquele onde a mãe reside. O fenômeno está relacionado a fatores como busca por atendimento especializado, proximidade entre municípios de estados vizinhos e transferências durante a gestação.
Especialistas explicam que a mobilidade entre cidades e a regionalização dos serviços de saúde fazem com que muitas gestantes sejam encaminhadas para hospitais de referência localizados fora de seu estado de origem.
Os dados ajudam a compreender a dinâmica da assistência obstétrica no país e podem contribuir para o planejamento das políticas públicas voltadas à saúde materno-infantil
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