
O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer uma nova combinação de medicamentos para o tratamento de casos graves de leishmaniose visceral, doença infecciosa considerada uma das mais letais entre as enfermidades parasitárias quando não tratada adequadamente.
A incorporação foi aprovada após análise técnica das evidências científicas e busca ampliar a eficácia do tratamento, reduzir complicações e melhorar o atendimento de pacientes que apresentam quadros mais severos da doença. A leishmaniose visceral é transmitida pela picada do mosquito-palha infectado e pode comprometer órgãos como fígado, baço e medula óssea.
Segundo o Ministério da Saúde, a medida fortalece a rede pública de assistência e representa mais um avanço no enfrentamento da doença, especialmente nas regiões brasileiras onde há maior incidência de casos.
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