

Uma jornalista que foi sequestrada aos 8 anos em Taubaté transformou a experiência vivida na infância em um livro apresentado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A obra revisita o crime e as consequências deixadas pelo episódio ao longo de sua trajetória.
O caso aconteceu quando a autora ainda era criança e marcou não apenas sua vida, mas também a de familiares e pessoas próximas. Décadas depois, ela decidiu reconstruir a história por meio da escrita, recuperando lembranças e informações relacionadas ao período.
O livro aborda o sequestro a partir da perspectiva de quem vivenciou diretamente o crime. A narrativa também permite observar como um episódio traumático ocorrido na infância pode permanecer presente na memória e influenciar diferentes etapas da vida adulta.
O lançamento na Bienal leva uma história ocorrida em Taubaté para um dos principais eventos literários do país. A publicação também representa uma forma de organizar registros e compartilhar com os leitores aspectos que ultrapassam as notícias produzidas na época do crime.
Ao transformar a própria experiência em literatura, a jornalista apresenta uma visão pessoal sobre o episódio e recupera uma história que marcou sua infância em Taubaté.
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