

Depois da fecundação, começa uma sequência de transformações essenciais para o desenvolvimento de uma gravidez. Uma das etapas mais importantes é a implantação do embrião no útero, processo conhecido como nidação.
Após a união do óvulo com o espermatozoide, o embrião inicia sucessivas divisões celulares enquanto percorre o caminho em direção ao útero. Ao alcançar a cavidade uterina, precisa encontrar um endométrio receptivo, preparado para permitir sua fixação e posterior desenvolvimento.
A implantação costuma ocorrer aproximadamente entre seis e dez dias após a ovulação. Nessa fase, o embrião se fixa na parede interna do útero, estabelecendo uma interação cada vez maior com o organismo materno.
O endométrio passa por mudanças durante o ciclo menstrual justamente para se preparar para uma possível gestação. Depois da ovulação, a progesterona contribui para manter essa camada interna do útero em condições adequadas para receber o embrião. Quando ocorre a implantação, sinais ajudam a manter o ambiente necessário à continuidade da gravidez.
Algumas mulheres podem apresentar um pequeno sangramento durante esse período, conhecido como sangramento de implantação, geralmente mais leve que a menstruação. No entanto, muitas não percebem qualquer sinal, e a ausência desse sangramento não significa que a implantação não tenha ocorrido.
Após a nidação, começa a produção do hormônio hCG, utilizado pelos exames para detectar uma gestação. A implantação bem-sucedida é, portanto, uma das etapas fundamentais do início da gravidez.
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