
Um estudo internacional reacendeu o debate sobre os chamados “complementos” oferecidos em tratamentos de fertilização in vitro (FIV). A pesquisa concluiu que muitos dos procedimentos extras comercializados por clínicas especializadas não possuem evidências científicas robustas que comprovem aumento significativo nas taxas de sucesso da gravidez.
Entre os recursos avaliados estão terapias complementares, exames adicionais e intervenções que frequentemente elevam os custos do tratamento para os pacientes. Segundo os pesquisadores, apenas uma pequena parcela dessas práticas apresentou indícios limitados de benefício, enquanto a maioria carece de comprovação científica consistente.
Especialistas defendem maior transparência na comunicação com os pacientes para que decisões sejam tomadas com base em informações confiáveis, evitando expectativas irreais e gastos desnecessários em um tratamento que já possui custos elevados e forte impacto emocional para as famílias.
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