
Equipes da rede de atenção básica de saúde intensificaram, nesta semana, ações integradas voltadas ao cuidado de pacientes domiciliados e acamados, reforçando o compromisso com a assistência humanizada e o acesso ampliado aos serviços públicos de saúde.
As iniciativas envolveram a atuação conjunta da Estratégia Saúde da Família (ESF) Itaguaçu e da equipe de Atenção Primária (EAP) Sagrada Face, que trabalharam de forma complementar para alcançar pacientes em situação de maior vulnerabilidade e dificuldade de locomoção.
A equipe da ESF Itaguaçu realizou um mutirão de visitas domiciliares, mobilizando um time multidisciplinar composto por Agente Comunitário de Saúde (ACS), médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Durante as visitas, foram realizados atendimentos médicos, atualização e aplicação de vacinas, além de orientações e ações de sensibilização para incentivar a adesão ao acompanhamento contínuo nas unidades básicas de saúde.
Paralelamente, a EAP Sagrada Face deu continuidade à campanha de vacinação contra a influenza, promovendo a segunda etapa da imunização direcionada a pacientes acamados e domiciliados. A ação tem papel fundamental na proteção de grupos prioritários, especialmente aqueles com maior risco de complicações decorrentes de doenças respiratórias.
Além dos atendimentos clínicos, as equipes também desenvolveram ações de promoção da saúde bucal, incluindo avaliação das condições dos pacientes, distribuição de kits de higiene oral e organização de encaminhamentos para atendimento odontológico especializado quando necessário.
A atuação articulada entre as equipes evidencia a importância do trabalho integrado na atenção básica, garantindo um cuidado mais completo, contínuo e próximo da realidade dos pacientes.
Esse modelo de atendimento contribui não apenas para a prevenção de doenças e a promoção da saúde, mas também para o fortalecimento do vínculo entre profissionais e comunidade, elemento essencial para a efetividade das políticas públicas de saúde.
As ações reforçam o papel estratégico da atenção primária como porta de entrada do sistema de saúde, assegurando que mesmo os pacientes com maior limitação de mobilidade recebam acompanhamento adequado, digno e de qualidade.
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