
O serviço de tapa-buracos em Guaratinguetá tem sido alvo de críticas por parte de moradores, especialmente pela forma como os reparos vêm sendo realizados em avenidas de grande circulação, como a Avenida João Pessoa.
Embora a iniciativa seja considerada importante para melhorar a segurança no trânsito e a trafegabilidade, a execução dos trabalhos tem gerado insatisfação. Segundo relatos da população, os reparos deixam marcas evidentes no asfalto, com remendos aparentes e acabamento irregular, comprometendo a estética das vias.
Moradores apontam que, em avenidas consideradas importantes para a cidade, espera-se um padrão de qualidade mais elevado. No entanto, o que se observa, segundo eles, são intervenções que destoam da estrutura urbana e impactam negativamente a aparência dos espaços públicos.
A presença de diversos remendos visíveis tem reforçado a percepção de um serviço provisório ou improvisado, o que levanta dúvidas sobre o planejamento e a execução das obras.
Outro ponto levantado pela população é a durabilidade das intervenções. Há preocupação de que os buracos voltem a surgir em pouco tempo, exigindo novos reparos e gerando custos recorrentes.
Para moradores, a ausência de soluções mais estruturais, como recapeamento completo em determinados trechos, pode comprometer a eficiência das ações realizadas.
Enquanto os reparos seguem sendo executados em algumas avenidas, outros bairros ainda enfrentam problemas com buracos de grande porte, o que amplia a sensação de desigualdade na manutenção urbana.
A situação tem gerado questionamentos sobre a distribuição dos serviços e os critérios adotados pela administração municipal para priorização das obras.
Diante das críticas, o espaço permanece aberto para manifestação do poder público, que poderá esclarecer os critérios adotados, o planejamento das ações e eventuais medidas para aprimorar a qualidade dos serviços realizados no município.
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