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Escolas da rede estadual de SP com mais de 1.500 alunos vão triplicar equipe gestora

Iniciativa faz parte de pacote de mudanças administrativas para melhorar gestão das escolas

28/11/2025 às 14h36
Por: Admin Fonte: Secom SP
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No modelo, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP), um gerente de organização escolar (GOE) e um agente de organização escolar (AOE)
No modelo, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP), um gerente de organização escolar (GOE) e um agente de organização escolar (AOE)

A partir de 2026, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. A mudança integra um pacote de ajustes administrativos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) a fim de garantir eficiência e foco na melhora dos índices de aprendizagem.

No modelo, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP), um gerente de organização escolar (GOE) e um agente de organização escolar (AOE). Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor e de um a três servidores do quadro AOE. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Em unidades com mais de 1.500 estudantes, o total de profissionais na gestão poderá chegar ao triplo do atual. Os detalhes serão regulamentados em resolução.

“O pacote de ajustes é uma resposta da Secretaria a uma demanda das próprias escolas e unidades regionais de ensino que apontam complexidade na gestão em unidades com muitos estudantes e um corpo docente extenso. Identificamos que o melhor caminho é o de rebalancear a distribuição dos gestores escolares e apoio administrativo de uma forma mais equitativa e, assim, garantir uma equipe pedagógica proporcional ao tamanho e necessidades das escolas”, explica Renato Feder, secretário da Educação de São Paulo.

Outra mudança será o ajuste na função dos coordenadores de gestão pedagógica por área de conhecimento (CGPAC), hoje responsável por supervisionar e organizar as ações por área de conhecimento específica, de acordo com o número de turmas, e reservado a docentes efetivos.

A partir de 2026, o papel será do professor articulador por área de conhecimento (PAAC). A carga horária passa a ser definida pelo número de docentes, que pode chegar a seis profissionais em escolas maiores, e a vaga é aberta a qualquer professor com aula atribuída.

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