

Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de aproximadamente 4,1 quilos de haxixe na noite de sexta-feira, 16 de outubro, na Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava.
A droga estava escondida em uma mala com fundo falso transportada no compartimento de bagagens de um ônibus interestadual.
A apreensão aconteceu por volta das 19h, na altura do quilômetro 127 da BR-116, durante a abordagem de um veículo que fazia a linha entre São Paulo e Vitória, no Espírito Santo.
A localização do entorpecente foi possível graças ao trabalho dos cães farejadores Zasko e Quazar, da PRF.
Durante a fiscalização, os policiais utilizaram cães treinados para identificar a presença de drogas, armas e munições.
Ao inspecionarem o compartimento inferior do ônibus, Zasko e Quazar sinalizaram uma mala cinza.
A indicação levou os agentes a realizarem uma vistoria mais detalhada na bagagem.
Após identificarem a proprietária, os policiais encontraram um compartimento oculto preparado para esconder o entorpecente.
Dentro da mala, os agentes localizaram três pacotes que continham 40 invólucros de haxixe.
Na bagagem de mão da passageira, foi encontrado mais um invólucro da mesma substância.
Ao todo, foram apreendidas 41 unidades.
A pesagem preliminar apontou 4,180 quilos de haxixe.
BALANÇO DA APREENSÃO
Questionada pelos policiais, a mulher afirmou que havia viajado até Cascavel, no Paraná, onde recebeu a bagagem de um homem que não conhecia.
Segundo o relato, a mala já estava preparada com o compartimento falso utilizado para ocultar a droga.
O destino final do transporte seria Vila Velha, no Espírito Santo.
A versão apresentada pela passageira deverá ser considerada na investigação e confrontada com os demais elementos reunidos pela polícia.
A mulher afirmou aos policiais que receberia R$ 2 mil pelo transporte do entorpecente.
Além do pagamento em dinheiro, ela teria direito a uma porção de haxixe.
Segundo o relato, essa porção correspondia ao invólucro encontrado em sua bagagem de mão.
A informação faz parte das declarações prestadas durante a ocorrência e deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis.
Após a localização da droga, a passageira foi conduzida ao Plantão Policial de Caçapava.
O entorpecente apreendido foi apresentado à autoridade policial para a adoção das medidas cabíveis.
As informações consultadas não confirmam a decisão posterior da autoridade policial sobre a situação jurídica da mulher.
A investigação poderá buscar identificar outras pessoas envolvidas no fornecimento e no destino da substância.
Os cães Zasko e Quazar tiveram participação fundamental na identificação da mala suspeita.
Animais treinados para detecção de entorpecentes são utilizados em operações de fiscalização rodoviária, aeroportuária e em outras atividades policiais.
A capacidade de identificar odores específicos permite localizar materiais escondidos em bagagens, veículos e compartimentos de difícil acesso.
No caso registrado em Caçapava, a indicação dos cães levou à descoberta do fundo falso utilizado para transportar o haxixe.
A Rodovia Presidente Dutra conecta as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro e integra importantes rotas de circulação de passageiros e mercadorias.
A fiscalização de ônibus interestaduais faz parte das atividades de combate ao transporte de drogas e outros ilícitos nas rodovias federais.
A ocorrência em Caçapava envolveu uma viagem com destino ao Espírito Santo e uma passageira que, segundo seu próprio relato, havia recebido a droga no Paraná.
A apreensão demonstra a importância das inspeções e do trabalho especializado dos agentes da PRF.
A apreensão dos 4,180 quilos de haxixe representa a retirada de uma quantidade significativa de entorpecente de circulação.
O esclarecimento da origem, dos responsáveis pelo fornecimento e dos destinatários dependerá de investigação.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deverá avaliar os elementos apresentados pela Polícia Rodoviária Federal.
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