

Entre milhares de histórias de fé que surgem às margens da Via Dutra durante a peregrinação para Aparecida, uma assistente social chama a atenção ao participar das ações de apoio aos romeiros vestida como Nossa Senhora Aparecida.
A iniciativa está ligada à própria história de fé da voluntária, que relata ter vivido uma experiência religiosa envolvendo a Padroeira do Brasil e decidiu voltar a ajudar os peregrinos que percorrem longas distâncias até o Santuário Nacional.
Segundo seu relato, a mensagem recebida foi direta: “Vai e faz”. A experiência serviu de incentivo para que retomasse o trabalho voluntário junto aos devotos.
Nos dias que antecedem 12 de outubro, a Dutra e outras rodovias da região recebem peregrinos de diferentes cidades e estados.
Muitos percorrem dezenas ou até centenas de quilômetros para agradecer graças alcançadas, cumprir promessas ou simplesmente demonstrar devoção a Nossa Senhora Aparecida.
É nesse cenário que voluntários organizam pontos de apoio e realizam ações para auxiliar quem está na estrada.
A presença da assistente social vestida de Padroeira também acaba se transformando em um momento simbólico para peregrinos que passam pelo local.
A peregrinação até o maior centro de devoção mariana do país vai muito além da caminhada. Ao longo do percurso, histórias pessoais, promessas, agradecimentos e demonstrações de solidariedade se encontram.
À medida que o dia da Padroeira se aproxima, a movimentação aumenta e transforma as estradas da região em parte importante das celebrações.
Para muitos peregrinos, receber ajuda durante o caminho também representa incentivo para completar os últimos quilômetros até Aparecida, onde as principais celebrações acontecem no dia 12 de outubro.
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