

Avisar que não será possível trabalhar por causa de uma doença pode provocar culpa, ansiedade e preocupação em alguns profissionais. Esse comportamento pode estar relacionado à pressão por produtividade e à percepção de que uma ausência prejudicará colegas ou será interpretada negativamente pela empresa.
A situação também está associada ao chamado presenteísmo, quando o trabalhador continua exercendo suas atividades mesmo sem condições adequadas de saúde. Embora pareça uma demonstração de comprometimento, trabalhar doente pode reduzir a capacidade de concentração e prolongar a recuperação.
A cultura interna das empresas pode influenciar esse comportamento. Ambientes nos quais faltas são constantemente questionadas ou existe pressão para permanecer disponível favorecem a sensação de que adoecer representa uma falha profissional.
Especialistas defendem que organizações estabeleçam procedimentos claros para afastamentos e criem condições para que trabalhadores comuniquem problemas de saúde sem receio de julgamentos ou consequências indevidas.
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