

Além de definir quem ocupará uma cadeira no Senado Federal, o voto para senador também determina automaticamente dois suplentes que poderão assumir o mandato caso o titular precise deixar temporária ou definitivamente o cargo.
Desde 2019, 42 suplentes já assumiram mandatos no Senado, segundo levantamento da Casa Legislativa. Atualmente, dez permanecem exercendo a função e seis substituições ocorreram de maneira definitiva, após renúncia ou falecimento do titular.
O sistema é diferente do adotado para deputados. Na eleição para o Senado, o candidato registra uma chapa formada pelo titular, primeiro suplente e segundo suplente. Dessa forma, quando o eleitor escolhe o senador, também está escolhendo os nomes que poderão substituí-lo durante os oito anos de mandato.
Os suplentes podem assumir em diferentes circunstâncias previstas pela legislação, incluindo afastamentos e licenças do parlamentar eleito.
Com as eleições de 2026, quando parte das cadeiras do Senado estará em disputa, conhecer os integrantes das chapas também ganha importância para o eleitor antes de definir o voto.
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