A irmã de uma estudante assassinada relatou que a jovem mudou sua rotina e passou a evitar sair de casa após ser perseguida pelo ex-companheiro. O relato da família revela um período marcado pelo medo antes do crime e as consequências que a violência deixou para os familiares.
Ao falar sobre o caso, a irmã descreveu a dimensão do sofrimento enfrentado pela família e afirmou: “Ele condenou a nossa família”.
Segundo o relato, a estudante já vivia sob tensão antes de ser assassinada. A perseguição atribuída ao ex teria provocado mudanças no cotidiano da jovem, que passou a restringir atividades e evitar sair de casa.
A família afirma que a estudante passou a adotar novos cuidados diante da situação envolvendo o ex-companheiro.
O medo provocado pela perseguição teria interferido diretamente em sua liberdade e na forma como conduzia atividades comuns do dia a dia.
O depoimento da irmã mostra que os efeitos da situação não se limitavam à vítima. Familiares também acompanhavam com preocupação as mudanças no comportamento e na rotina da jovem.
Depois do crime, a família passou a conviver com as consequências emocionais da perda.
Ao dizer que o responsável pelo assassinato “condenou” a família, a irmã chama atenção para um aspecto que permanece mesmo após o fim da investigação criminal: o impacto da violência sobre pais, irmãos e demais pessoas próximas da vítima.
O caso também evidencia como situações de perseguição podem anteceder episódios mais graves de violência e provocar alterações significativas na vida das vítimas.
De acordo com o relato apresentado pela irmã, o comportamento do ex-companheiro já causava temor antes do assassinato.
A estudante evitava sair e havia modificado hábitos por causa da perseguição. A família agora busca preservar a memória da jovem enquanto enfrenta as consequências deixadas pelo crime.
O caso segue repercutindo no Vale do Paraíba e chama atenção para a importância da identificação de sinais de perseguição e violência em relacionamentos.