O bilionário brasileiro Eduardo Saverin teria se juntado a Jeff Bezos em um consórcio interessado na compra de 30% do Liverpool, um dos clubes mais tradicionais do futebol inglês.
A informação foi divulgada por um site e aponta para uma negociação envolvendo uma participação minoritária no clube. Até o momento, portanto, a possível operação deve ser tratada como uma negociação reportada, e não como uma aquisição concluída.
Saverin, conhecido por ser um dos cofundadores do Facebook, e Bezos, fundador da Amazon, estão entre os empresários mais ricos do mundo.
Segundo as informações divulgadas, o consórcio negocia a aquisição de uma fatia de 30% do Liverpool.
Caso uma operação desse porte seja concretizada, o grupo passaria a deter uma participação relevante no clube, sem necessariamente assumir seu controle integral.
O Liverpool é atualmente controlado pelo Fenway Sports Group (FSG), grupo norte-americano que adquiriu o clube em 2010.
A entrada de novos investidores representaria mais um capítulo do crescente interesse de grandes fortunas e fundos internacionais pelo futebol europeu.
Brasileiro radicado no exterior, Eduardo Saverin ficou mundialmente conhecido como um dos fundadores do Facebook, ao lado de Mark Zuckerberg e outros integrantes do grupo responsável pela criação da rede social.
Após sua saída da empresa, Saverin passou a atuar como investidor, principalmente em negócios ligados à tecnologia e startups.
Jeff Bezos, por sua vez, construiu sua fortuna com a Amazon e posteriormente ampliou seus investimentos para diferentes áreas.
A eventual presença dos dois bilionários em um mesmo consórcio chama atenção pela capacidade financeira envolvida em uma possível operação.
A Premier League tornou-se um dos principais destinos do capital internacional no esporte.
O enorme alcance mundial do campeonato, os contratos de transmissão, as receitas comerciais e a valorização das grandes equipes transformaram os clubes ingleses em ativos cobiçados por investidores.
No caso do Liverpool, a força internacional da marca e a extensa base de torcedores tornam qualquer possível mudança em sua estrutura societária um movimento acompanhado de perto pelo mercado esportivo.
Por enquanto, não há confirmação de que a compra dos 30% tenha sido concluída. A evolução das negociações deverá indicar se o interesse atribuído ao consórcio de investidores resultará efetivamente na entrada de novos acionistas no Liverpool.