O atendimento ginecológico deve ser realizado em um ambiente de acolhimento, respeito e segurança para as pacientes. Especialistas alertam que conhecer os próprios direitos é essencial para identificar situações inadequadas ou eventuais abusos durante consultas e procedimentos médicos.
Entre as recomendações estão a obtenção de informações claras sobre os exames realizados, o consentimento prévio para qualquer procedimento e a possibilidade de solicitar a presença de um acompanhante, conforme previsto nas normas vigentes aplicáveis em determinadas situações. A paciente também tem o direito de interromper o atendimento caso se sinta desconfortável ou insegura.
Sinais de alerta incluem a realização de procedimentos sem explicações adequadas, comentários inapropriados, atitudes incompatíveis com a prática profissional e qualquer conduta que desrespeite a autonomia da paciente. A comunicação transparente entre médico e paciente constitui um dos principais pilares do atendimento humanizado.
Em casos de suspeita de abuso ou conduta inadequada, especialistas recomendam que a situação seja comunicada aos órgãos competentes para a adoção das providências cabíveis, contribuindo para a proteção das pacientes e o fortalecimento das boas práticas no atendimento em saúde