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Fila por leitos em hospitais de Bauru chega a nove dias e pacientes aguardam atendimento em corredores
Superlotação mantém dezenas de pessoas à espera de internação; casos permanecem em prontos-socorros e UPAs enquanto aguardam vagas hospitalares
15/07/2026 18h28
Por: Admin Fonte: Portal Vale do Paraiba

Pacientes que precisam de internação em Bauru enfrentam uma longa espera por leitos hospitalares. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, há pessoas aguardando por uma vaga há até nove dias, permanecendo em corredores de unidades de pronto atendimento e do Pronto-Socorro Central enquanto esperam transferência para hospitais de referência.

A relação oficial de pacientes em espera mostra dezenas de pessoas aguardando internação em especialidades como clínica médica, ortopedia, neurocirurgia, psiquiatria e unidades de terapia intensiva (UTI). A liberação das vagas é feita pelo Sistema de Regulação do Estado de São Paulo (SIRESP), que prioriza os casos conforme a gravidade clínica.

Corredores seguem ocupados por pacientes

Com a falta de leitos disponíveis, pacientes permanecem internados em macas instaladas nos corredores das unidades de urgência e emergência, situação que evidencia a pressão sobre a rede pública de saúde.

De acordo com a Prefeitura de Bauru, a responsabilidade pela disponibilização dos leitos hospitalares é do sistema estadual de regulação, responsável por encaminhar os pacientes aos hospitais conforme a disponibilidade e o grau de urgência de cada caso.

Demanda elevada pressiona hospitais

A superlotação ocorre em um período de alta demanda por atendimentos hospitalares, cenário que tem provocado aumento no tempo de espera para internações.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, dezenas de pacientes permanecem aguardando vagas em hospitais da região, enquanto equipes médicas seguem prestando assistência nas unidades de pronto atendimento até que a transferência seja autorizada.

A situação continua sendo monitorada pelas autoridades de saúde, que acompanham diariamente a fila de espera e a disponibilidade de leitos hospitalares na região.