A morte de um bebê que recebeu, por engano, um soro antiofídico em uma unidade de saúde de Santa Catarina gerou forte comoção e motivou a abertura de investigações para apurar as circunstâncias do caso.
A criança estava internada para tratamento médico quando recebeu a medicação destinada a pacientes vítimas de acidentes com serpentes. Após o erro, equipes médicas adotaram medidas emergenciais para tentar reverter o quadro clínico, mas o bebê não resistiu.
A Secretaria de Saúde informou que instaurou procedimentos internos para apurar o ocorrido e identificar possíveis falhas nos protocolos de atendimento e administração de medicamentos.
Especialistas destacam que a utilização de medicamentos exige uma série de etapas de conferência justamente para evitar situações semelhantes. O caso reacende o debate sobre segurança do paciente e reforço dos protocolos hospitalares.
Além da investigação administrativa, órgãos competentes também acompanham o caso para determinar responsabilidades e avaliar eventuais medidas que poderão ser adotadas.
Familiares da criança cobram esclarecimentos e aguardam a conclusão das apurações conduzidas pelas autoridades.