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Morador de Pindamonhangaba é alvo de operação da Polícia Federal por suspeita de aliciamento de menores
Investigado teria se passado por estudante para se aproximar de vítimas pela internet, segundo a PF
10/04/2026 16h25
Por: Admin Fonte: Portal Vale do Paraiba

Um morador de Pindamonhangaba foi alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (10), no âmbito de uma investigação que apura crimes de aliciamento de menores de idade e exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet.

A ação, denominada “Guardiões da Esperança”, cumpriu um mandado de busca e apreensão expedido pela Vara Regional das Garantias da 9ª Região Administrativa Judiciária de São José dos Campos.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que o suspeito utilizava perfis falsos para se passar por aluno e, assim, se infiltrar em grupos de mensagens de estudantes. A estratégia teria sido utilizada para se aproximar de menores de idade, estabelecer contato e tentar obter fotos e vídeos íntimos das vítimas.

“As apurações indicam que, em fevereiro de 2026, o investigado teria se infiltrado em grupos de mensagens de estudantes, passando-se por outro aluno, com o objetivo de manter contato com vítimas, obter material íntimo e tentar encontros presenciais”, informou a corporação.

Ainda segundo a PF, além da tentativa de obtenção de conteúdo íntimo, o suspeito também buscava marcar encontros presenciais com os menores, o que agrava a gravidade das suspeitas investigadas.

Caso os crimes sejam confirmados, o investigado poderá responder por aliciamento de menores, além de armazenamento e compartilhamento de material relacionado à exploração sexual infantojuvenil, crimes considerados de alta gravidade e com penas severas previstas na legislação brasileira.

Alerta para pais e responsáveis

A Polícia Federal reforçou a importância da prevenção e do acompanhamento do uso da internet por crianças e adolescentes, destacando o papel fundamental das famílias na proteção contra esse tipo de crime.

Entre as orientações estão o monitoramento das atividades online, o diálogo constante sobre segurança digital e o incentivo para que crianças e adolescentes comuniquem qualquer abordagem suspeita.

O caso segue sob investigação.