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Ubatuba intensifica fiscalização contra ocupações irregulares e define três regiões prioritárias para ações preventivas
Comissão integrada reúne secretarias municipais, Defesa Civil e forças policiais para combater novas ocupações e desmatamentos; Sertão do Ingá, Quitandinha e Sesmaria estão entre as áreas que receberão atenção prioritária
06/11/2026 11h42
Por: Admin Fonte: Portal Vale do Paraíba

A Prefeitura de Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo, está intensificando as ações de fiscalização e prevenção de ocupações irregulares no município. A iniciativa envolve diferentes secretarias, órgãos de segurança e equipes técnicas, com o objetivo de identificar novas construções em áreas irregulares, prevenir danos ambientais e reduzir situações de risco.

Na tarde de quarta-feira (4), a Comissão de Fiscalização Integrada realizou uma reunião para avaliar o andamento das atividades e definir as regiões que receberão atenção prioritária.

Entre as áreas identificadas estão Sertão do Ingá, Quitandinha e Sesmaria, além de outros locais apontados por alertas da Defesa Civil relacionados a desmatamento, novas construções e situações de risco.

A proposta é fortalecer a atuação preventiva e permitir que os órgãos responsáveis compartilhem informações técnicas, ambientais, fundiárias e sociais antes da consolidação de novas ocupações.

Três regiões são consideradas prioritárias

Durante o encontro, a comissão estabeleceu como prioridade o acompanhamento de áreas que apresentam necessidade de atenção em relação à ocupação do solo.

As regiões de Sertão do Ingá, Quitandinha e Sesmaria estão entre os locais incluídos no planejamento.

Segundo a Prefeitura, a seleção também considera informações fornecidas pela Defesa Civil, especialmente alertas relacionados à retirada de vegetação e à identificação de novas construções.

A definição das áreas prioritárias não significa que todos os imóveis existentes nesses bairros estejam em situação irregular.

O objetivo é direcionar as ações de monitoramento para locais que necessitam de avaliação e acompanhamento dos órgãos competentes.

As fiscalizações deverão observar a legislação municipal, as normas ambientais e os direitos das pessoas envolvidas.