O estado de São Paulo encerrou 2025 com quase 25 milhões de pessoas ocupadas, alcançando o maior número registrado desde o início da série histórica, em 2012. Os dados são da Fundação Seade, com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e demonstram a participação expressiva da economia paulista no mercado de trabalho brasileiro.
O resultado representa aproximadamente 24% do total de pessoas ocupadas no país, que chegou a quase 103 milhões em 2025. Com esse desempenho, São Paulo permanece como a unidade da Federação com o maior contingente de trabalhadores ocupados do Brasil.
O levantamento considera diferentes modalidades de trabalho, incluindo empregados dos setores público e privado, profissionais com e sem carteira assinada, trabalhadores domésticos, informais e pessoas que atuam por conta própria com CNPJ.
O setor de Serviços ocupa posição central na economia paulista e se destaca entre as atividades responsáveis pela geração e manutenção de postos de trabalho.
O segmento reúne áreas como comércio, transporte, alimentação, hotelaria, educação, saúde, tecnologia e serviços profissionais, que desempenham papel importante na dinâmica econômica do estado.
A diversidade dessas atividades contribui para ampliar as possibilidades de inserção profissional, tanto em grandes empresas quanto em pequenos estabelecimentos.
O destaque dos negócios com menor número de funcionários também evidencia a importância dos empreendimentos de pequeno porte na estrutura do mercado de trabalho.
Outro dado relevante do levantamento é a participação de São Paulo no emprego industrial brasileiro.
Em 2025, o estado concentrou quase 30% do total de pessoas ocupadas na indústria nacional, reforçando sua posição como um dos principais polos produtivos do Brasil.
A indústria paulista reúne atividades de diferentes segmentos, incluindo produção automobilística, metalurgia, alimentos, produtos químicos, equipamentos e tecnologia.
Essa diversidade contribui para a formação de cadeias produtivas que envolvem fornecedores, prestadores de serviços e empresas de diferentes portes.
O conceito de população ocupada utilizado pelo IBGE é mais abrangente do que o número de empregos formais com carteira assinada.
O indicador contempla trabalhadores empregados no setor privado, servidores e empregados públicos, trabalhadores domésticos e profissionais que exercem atividades por conta própria, entre outras categorias.
Por isso, o recorde de quase 25 milhões de ocupados não significa que todos esses trabalhadores possuam vínculo formal de emprego.
A distinção é importante para compreender a dimensão do mercado de trabalho paulista e as diferentes formas de participação da população nas atividades econômicas.
Com aproximadamente 24% das pessoas ocupadas do país, São Paulo mantém participação expressiva no cenário econômico nacional.
O estado reúne o maior contingente de trabalhadores ocupados entre as unidades da Federação, refletindo sua dimensão populacional e a diversidade de atividades econômicas.
O resultado de 2025 também representa um marco na série histórica iniciada em 2012, período utilizado como referência para acompanhar a evolução da ocupação.
Os números divulgados pela Fundação Seade mostram a relevância de diferentes setores e modalidades de trabalho para a economia paulista.
A participação do setor de Serviços, a presença de estabelecimentos com menor número de funcionários e a concentração de trabalhadores industriais demonstram a diversidade da estrutura produtiva do estado.
O recorde registrado em 2025 reforça a importância de acompanhar não apenas a quantidade de pessoas ocupadas, mas também aspectos como formalização, rendimento e condições de trabalho.
Com quase 25 milhões de ocupados, São Paulo consolida sua posição como o maior mercado de trabalho estadual do Brasil, respondendo por aproximadamente um em cada quatro trabalhadores ocupados no país.