Os colegas do estudante de Medicina morto a tiros em Taubaté retomaram as aulas nesta segunda-feira (5), poucos dias após o crime que provocou forte comoção entre familiares, amigos e integrantes da comunidade acadêmica.
O retorno à rotina acontece em meio ao impacto causado pela morte do universitário, baleado durante uma discussão de trânsito envolvendo um bombeiro.
Entre os estudantes, o sentimento ainda é de dificuldade para assimilar o ocorrido. “A ficha ainda não caiu” resume o momento vivido por pessoas próximas à vítima.
A morte do estudante mobilizou familiares, amigos e colegas, que também realizaram manifestações pedindo justiça.
O episódio ganhou repercussão regional desde o crime e passou a ser acompanhado por diferentes órgãos envolvidos na investigação.
As circunstâncias que antecederam os disparos também fazem parte da apuração.
Para os colegas, a retomada das atividades acadêmicas representa o retorno a um ambiente diretamente ligado à convivência cotidiana com o estudante.
O caso segue sob investigação e teve novos desdobramentos nos últimos dias.
A apuração busca esclarecer toda a dinâmica da ocorrência, incluindo os acontecimentos que antecederam a discussão e os disparos.
Enquanto o processo avança, familiares, amigos e colegas seguem acompanhando o caso e cobrando esclarecimentos e responsabilização.