O Pix por aproximação passa por uma mudança importante a partir desta quinta-feira, 1º de outubro. O limite obrigatório de R$ 500 por transação deixa de existir, permitindo que os usuários configurem valores diferentes para pagamentos realizados por aproximação.
A mudança não significa que todas as transações passarão automaticamente a ter valores ilimitados. O cliente poderá definir o limite que deseja utilizar, respeitando as condições e mecanismos de segurança disponibilizados pela instituição financeira.
Até então, o Pix por aproximação possuía um teto de R$ 500 por operação.
Com a mudança, as instituições poderão permitir que os clientes configurem limites superiores, tornando a modalidade mais flexível para pagamentos de valores maiores.
O consumidor que preferir manter um valor mais baixo por questões de segurança também poderá definir sua configuração de acordo com as opções oferecidas pelo banco.
O funcionamento pode variar conforme a instituição financeira e a carteira digital utilizada.
A modalidade permite realizar pagamentos aproximando o celular de uma máquina compatível, sem a necessidade de abrir o aplicativo bancário e escanear manualmente um QR Code a cada compra.
A proposta é tornar a experiência semelhante àquela já conhecida pelos consumidores que utilizam cartões ou dispositivos digitais com tecnologia de pagamento por aproximação.
Com a retirada do teto obrigatório de R$ 500, a ferramenta passa a atender também operações de valores superiores, desde que o limite configurado pelo cliente permita a transação.
Apesar da maior flexibilidade, os usuários devem avaliar cuidadosamente o limite configurado para pagamentos por aproximação.
Manter valores compatíveis com o próprio perfil de utilização pode reduzir riscos em situações envolvendo perda, furto ou acesso indevido ao aparelho.
Também é importante utilizar recursos de proteção do celular, como senha, biometria e bloqueio de tela, além de acompanhar regularmente as movimentações da conta.