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Bombeiro acusado de matar estudante de Medicina em Taubaté é solto após audiência de custódia
Militar havia sido preso após disparo que matou jovem de 23 anos durante uma discussão no trânsito na Avenida do Povo
01/10/2026 13h41
Por: Admin Fonte: Portal Vale do Paraiba

O bombeiro militar acusado de efetuar o disparo que matou um estudante de Medicina após uma discussão no trânsito, em Taubaté, foi solto após passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (1º).

O caso aconteceu na quarta-feira (30), na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo, e teve diferentes desdobramentos ao longo do dia.

A vítima, Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, era estudante de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau).

Discussão no trânsito terminou com morte

De acordo com as informações já divulgadas sobre o caso, houve um desentendimento no trânsito antes do disparo.

Bruno foi atingido por um tiro e chegou a receber atendimento, mas não resistiu aos ferimentos.

Ao longo das investigações, um bombeiro militar foi apontado como autor do disparo e acabou preso.

Nesta quinta-feira, porém, após ser apresentado em audiência de custódia, o militar foi colocado em liberdade.

A soltura nessa etapa processual não representa julgamento definitivo sobre a responsabilidade criminal pelo caso. A investigação e os procedimentos judiciais seguem seus respectivos trâmites.

Caso teve grande repercussão em Taubaté

A morte do jovem ganhou repercussão especialmente após a identificação da vítima como estudante de Medicina.

O episódio começou a ser noticiado como uma ocorrência envolvendo um homem baleado depois de uma briga de trânsito. Posteriormente, houve a confirmação da morte, a identificação de Bruno, a indicação do bombeiro militar como autor do disparo e a prisão do suspeito.

A decisão tomada após a audiência de custódia acrescenta agora um novo capítulo ao caso.

Observação editorial: como o conteúdo integral do link indicado não ficou disponível na consulta, mantive apenas as informações que podem ser confirmadas pelo material enviado e pelos dados do caso já trabalhados, sem atribuir à Justiça fundamentos específicos para a soltura que não estejam disponíveis para conferência.