Governos de diferentes partes do mundo estão aumentando as restrições ao acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. As iniciativas surgem em meio ao debate sobre os impactos das plataformas digitais na segurança e no bem-estar do público mais jovem.
A Austrália tornou-se referência nesse movimento ao estabelecer uma das regras mais rígidas do mundo. Desde dezembro de 2025, as principais plataformas precisam impedir o acesso de menores de 16 anos, medida que alcança serviços amplamente utilizados, como Instagram, Facebook e YouTube.
Na Europa, iniciativas semelhantes avançam. A França aprovou uma proibição de acesso às redes sociais para menores de 15 anos, ampliando a discussão sobre a responsabilidade das plataformas na verificação da idade dos usuários.
As medidas refletem uma tendência internacional de maior controle sobre a presença de crianças no ambiente digital. Entre os principais desafios estão encontrar mecanismos eficientes de verificação de idade e equilibrar a proteção dos menores com direitos relacionados à privacidade e ao acesso à informação.